Ameaças de demissão, pressão sobre o voto, promessas de benefícios e constrangimentos por preferências políticas estarão na mira de uma atuação conjunta da Justiça Eleitoral, Justiça do Trabalho, Ministério Público Eleitoral (MPE) e Ministério Público do Trabalho (MPT).
As instituições assinaram, semana passada, um acordo de cooperação para reforçar o combate ao assédio eleitoral nas relações de trabalho.
A parceria prevê campanhas de conscientização, capacitação de agentes públicos e ações integradas para prevenir e punir práticas que atentem contra a liberdade de voto.
Segundo o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, nenhuma relação profissional pode interferir na escolha do eleitor, enquanto o MPT reforçou que denúncias terão resposta rápida durante o período eleitoral. Entre 2023 e 2026, a Justiça do Trabalho registrou 738 processos relacionados ao assédio eleitoral.
*BOA NOTÍCIA PB, A INFORMAÇÃO QUE FAZ BEM!