A nova pesquisa BTG Pactual/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (14), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 42% das intenções de voto para a Presidência da República em 2026, cinco pontos à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que aparece com 37% no primeiro turno.
O levantamento aponta crescimento de Lula em relação à semana anterior, quando o presidente tinha 39%. Flávio Bolsonaro também avançou, passando de 33% para 37%. Com os novos números, a diferença entre os dois candidatos passou de quatro para cinco pontos percentuais, colocando Lula novamente numericamente à frente na corrida presidencial.
A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais. O resultado mostra, portanto, uma disputa ainda competitiva, mas com Lula ampliando sua vantagem no cenário de primeiro turno.
Na sequência, Augusto Cury (Avante) aparece com 6%, após registrar 9% na pesquisa anterior. O candidato havia alcançado 11% duas semanas antes, indicando uma segunda queda consecutiva.
Ronaldo Caiado (PSD) oscilou de 4% para 5%, enquanto Renan Santos (Missão) caiu de 4% para 2%. Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) mantiveram 1%.
Rui Costa Pimenta (PCO), Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU) e Wilson Grassi Júnior (Democrata) aparecem com 0%.
Os eleitores que declararam voto branco, nulo ou que não escolheriam nenhum dos candidatos passaram de 3% para 4%. Já os indecisos ou que não responderam permaneceram em 2%.
Segundo turno
Em um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, a disputa permanece tecnicamente empatada dentro da margem de erro, mas o presidente voltou a aparecer numericamente à frente.
Lula registra 47%, contra 46% de Flávio Bolsonaro. Na semana anterior, o cenário era de 46% para Lula e 45% para Flávio.
Nesse cenário, 6% afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não escolheriam nenhum dos dois candidatos, enquanto 1% permaneceu indeciso ou não respondeu.
Os números reforçam um cenário de forte competitividade entre Lula e Flávio Bolsonaro para 2026, com o presidente levando vantagem no primeiro turno e mantendo uma pequena dianteira numérica em uma eventual disputa direta no segundo turno.
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